Pacaraima – Roraima, 24 de agosto de 2026 – A onda de tremores de terra iniciou com os dois grandes terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram em apenas 39 segundos de diferença um do outro com profundidade dérmica e desencadearam pelo menos 20 réplicas no dia 24 de junho, exatamente há 2 meses na Venezuela, conforme registros sísmicos dos órgãos correspondentes que monitoram esse tipo de ocorrência. Essa proximidade do abalo com a superfície do solo contribuiu drasticamente para que a tragédia tivesse a proporção que teve, com cidades inteiras devastadas e a contabilidade que já passa dos 6 mil mortos.
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Em seguida a Colômbia foi atingida por um imenso abalo sísmico que marcou 7,4 na escala de magnitude e 183 réplicas (que são pequenos tremores sequenciais) reverberando impactos em 437 cidades afetando mais de 135 mil pessoas em pelo menos 15 regiões que correspondem a estados, se comparado ao Brasil. Ocorrido em 10 de agosto deixou até aqui 329 mortos e 260 desaparecidos.
Dez dias depois foi a vez do Peru receber um tremor intenso também de 7,4 pontos mas que não deixou danos consideráveis e nem vítimas graves, portanto, não houve mortos. Os abalos foram sentidos no Brasil, principalmente o ocorrido no país colombiano, mesmo o epicentro estando a cerca de 2 mil quilômetros da região norte, mais precisamente do Amazonas, onde relatos de sensações e até de danos foram registrados.
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Terremotos são fenômenos complexos e a dificuldade de entender e até prever abre brechas para teorias de conspiração como a de que armas climáticas podem estar sendo utilizadas por potências mundiais para controlar a região, principalmente em épocas de eleições e tensões considerando ainda as últimas declarações de membros do alto escalão do Governo Americano.
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Mas autoridades no assunto dizem que trata-se apenas de coincidências, uma vez que terremotos em nossos vizinhos são comuns. O Peru, por exemplo, registra até três movimentos desse tipo por dia e já acumula mais de 560 sismos no decorrer de 2026. Já a Colômbia, por sua vez, apresenta em média 2.500 eventos sísmicos por mês, a maioria imperceptíveis. Ambos países compartilham a mesma falha da placa tectônica, mas isso também não significa que os terremotos tenham relação um com o outro, apesar do curto espaço de tempo entre eles.
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Joaquim Alcides é um filho de Ceres, seus pais foram pioneiros,
atualmente reside no estado do Mato Grosso,
é professor e Doutor em Sociologia e colaborador deste portal
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