Durante sua estreia na Copa do Mundo, diante do Marrocos e um estádio lotado, o Brasil quase perdeu, já que a seleção marroquina abriu o placar sem muita demora, antes mesmo da primeira pausa pra hidratação, apontando falhas grossas na defesa. A equipe brasileira empatou, não numa jogada coletiva, mas sim num lance individual de Vini Jr., já no final do primeiro tempo.
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Depois disso, na segunda etapa da partida, ambas seleções tiveram oportunidade de ampliar o marcador, com a nossa quase perdendo por diversas vezes. Tudo bem que o time africano é tido como bom, considerando que na última Copa conquistaram o terceiro lugar, acima da seleção canarinho, inclusive, mas os cronistas futebolísticos atribuíram a “quase derrota” ao nervosismo da estreia e a pressão pelos 24 anos sem taça.
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Em 94 o Brasil viveu situação semelhante de “quase derrotas” e muitos apuros dentro de campo. O técnico era Carlos, o de hoje é Carlo. O primeiro, brasileiro que não está vendo a Copa pois está internado numa UTI em estado grave, trata-se de Parreira. O segundo é Ancelotti, o primeiro estrangeiro a comandar o grupo verde-amarelo. Em ambos casos, o momento marca 24 anos sem troféu. Em 94, veio o tetra.
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Em 2002, a mesma situação. Uma seleção de craques, mas desacreditada. Felipão assumiu sem muita expectativa e sem favoritismo. O resultado todo mundo já sabe: Pentacampeonato Mundial, sem nenhuma derrota. Houveram “quase derrotas” e só o elenco sabe o esforço dos bastidores para a conquista da quinta estrela. Talvez a história se repita. Vai Brasa!
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Kássio Kran é psicólogo, conselheiro do CRP/GO, palestrante e terapeuta,
fundador do Instituto Ubuntu e da Fundação Henrique Gabriel dos Santos.
Atualmente é CEO do PASH – Plano Assistencial em Saúde Holística
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