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Mais de 20 terremotos devastam a devastada Venezuela

Dois grandes terremotos ocorreram em apenas 39 segundos de diferença um do outro e desencadearam pelo menos outros 20
Publicado em 3 de julho de 2026
por Joaquim Alcides

Pacaraima – Roraima, 03 de julho de 2026 – Dois grandes terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram em apenas 39 segundos de diferença um do outro com profundidade dérmica e desencadearam pelo menos 20 réplicas nas horas seguintes, conforme registros sísmicos dos órgãos correspondentes que monitoram esse tipo de ocorrência. Essa proximidade do abalo com a superfície do solo contribuiu drasticamente para que a tragédia tivesse a proporção que teve.

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O epicentro do fenômeno se deu a cerca de 160 km da capital Caracas na cidade de El Guayabo e San Felipe a 280, no dia 24 de junho de 2026 enquanto a Seleção Brasileira goleava a Escócia pela terceira rodada da Copa do Mundo. O assunto só não passou despercebido no país porque o tremor foi sentido em varias cidade da região norte em especial no Amazonas e no Pará, devido o efeito de ressonância e chegou a deixar alguns estragos em imóveis, mas sem gravidade.

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Ao contrário na Venezuela os sismos destruíram a nação que já estava em cacos, configurando um desastre generalizado que já contabiliza mais de 3.000 mortos até o fechamento dessa reportagem, com estudiosos mirando em 10 e até 100 mil mortes. Com o colapso de milhares de edifícios inteiros o número de falecidos pode nunca ser conhecido conforme especialistas.

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As buscas estão apenas no começo apesar dos muitos dias já decorridos e focam em resgatar vivos, com os fatalmente feridos ficando em segundo plano, com vítimas soterradas que podem nunca serem encontradas. Além disso vítimas já resgatadas em cuidado médico também podem morrer nas próximas semanas. Até aqui mais de 7.000 foram salvos e tentam a recuperação.

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Outra dificuldade é a logística e a disposição de materiais para a realização das operações, apesar das ajudas humanitárias dos países, entre eles os Estados Unidos que assumiram recentemente parte do cuidado com o povo venezuelano após a incursão em seu território para capturar o líder bolivariano Nicolás Maduro, após diversas polêmicas envolvendo também vizinhos da América do Sul.

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Muitas teorias da conspiração apareceram nesse caso, entre elas a de que esse tipo de acontecimento pode ser causado por ação humana consciente, deliberada e proposital através de projetos obscuros como o HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) – Programa de Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Frequência, em português, cujo objetivo oficial é entender as propriedades da alta atmosfera para melhorar sistemas de comunicação e navegação, mas é tido por correntes alternativas como uma arma climática dos EUA (Estados Unidos da América) capaz de criar enchentes, secas, tempestades, furacões e até terremotos.

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A verdade é que eventos naturais como este da Venezuela são raros neste tipo e intensidade, mas acontecem. O país inclusive é suscetível para tremores de terra nesses moldes devido a sua localização no globo segundo Carolina Rivadeneyra em entrevista a Rádio Brasil de Fato. Ela explicou ao vivo que a Venezuela se encontra no encontro de duas grandes placas tectônicas que não tiveram tremores significativos no último século, mas o hiato não significa o fim das atividades, podendo acontecer a qualquer momento, pois terremotos ainda são imprevisíveis.

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Tremores foram sentidos também no Japão e nos EUA com cientistas divergindo se eles tinham ou não ligação entre eles, acendendo inclusive o alerta para maremotos em diversos pontos do planeta. A data foi marcada ainda por uma premonição de uma paranormal brasileira chamada Vó Bahiana, a Vidente da Copa, que revelou dias antes uma previsão de invasão alienígena em pleno jogo do Brasil com a Escócia associando com a ocorrência de terremotos, conforme seus dizeres em redes sociais, alimentando ainda mais teorias não oficiais.

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Joaquim Alcides é um filho de Ceres, seus pais foram pioneiros,
atualmente reside no estado do Mato Grosso,
é professor e Doutor em Sociologia e colaborador deste portal

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Redação: Kássio Kran
Edição: OA

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