Na despedida da Seleção Brasileira do Brasil, em partida para o país sede da Copa do Mundo, na abertura do penúltimo amistoso antes do Mundial de Futebol, a apresentação cultural oficial bancada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) deu o que falar, podendo indicar o que espera a equipe canarinho durante a disputa que se inicia já na próxima semana.
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Ocorreu um dueto entre o cantor Belo e a cantora Alcione, sambistas renomados que cantaram para uma torcida de mais de 60 mil pessoas, na 120ª vez que o time verde-amarelo jogou no Maracanã. O jogo contra o Panamá terminou em 6 a 2 para o time do país do Samba, mas o referido estilo musical, característico da Nação sul americana perdeu de goleada, com erros crassos da letra do Hino Nacional, além da perda do tempo da música, em mais uma bizarrice no futebol brasiliano.
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As assessorias dos artistas contou que houveram falhas técnicas que desencadearam a situação que virou meme nas redes sociais. Foi informado que o retorno auditivo por meio de fone de ouvido estava em duplo desacordo, ou seja, era diferente com o instrumental tocado no estádio e estava em tempos divergentes para ambos cantores, que nitidamente estavam desesperados tentando se acertarem, com Belo chegando a reduzir o volume de seu retorno ou desligá-lo para acompanhar a voz da parceira musical.
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Sem sucesso, seguiram parecendo a Banda do Chaves. Alguns disseram que faltou ensaio também. Fato é que eles seguiram tentando entrar no ritmo que já havia se perdido há tempos, com o Hino tocado ao público se encerrando antes dos cantores que finalizaram a capela, que foi só quando conseguiram chegar próximo a uma harmonia. Esse nível de trabalho com extremo improviso e intenso desajuste pode ser o que espera a nossa Seleção diante de grandes públicos. Vai Brasa!
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Kássio Kran é psicólogo, conselheiro do CRP/GO, palestrante e terapeuta,
fundador do Instituto Ubuntu e da Fundação Henrique Gabriel dos Santos.
Atualmente é CEO do PASH – Plano Assistencial em Saúde Holística
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