O Rissatti Futebol Clube comunicou através de seu Instagram oficial, através de uma nota que encerrará suas atividades esportivas e que não disputará nenhum campeonato no corrente ano de 2026, após três anos de intensas disputas e a conquista de importantes competições regionais, como o Campeonato da Diolândia e o Regional de Ceres em 2024, chegando em 2025 ao sonhado título da Copa da Amizade de Rialma, o maior do Vale do São Patrício.
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Ao longo dessa trajetória, o Rissatti FC construiu uma história sólida, alcançou conquistas importantes, como vimos, e competindo com honra, esforço, comprometimento, entrega e amor a camisa em todos os campeonatos que participou, mas nada disso teria sido possível sem o apoio incondicional de seus torcedores, que estiveram presentes nos momentos difíceis e também celebraram cada vitória.

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O apoio dos patrocinadores e parceiros, que acreditaram no projeto desde o início e caminharam junto, foi imprescindível para o sucesso do clube e entre essas empresas o PASH – Plano Assistencial em Saúde Holística, o primeiro plano de saúde do ramo na América Latina em sua vertente de Home Care, um serviço de cuidado ao paciente em sua residência ou hospital, esteja ele acamado ou não, oferecendo atendimentos a pacientes em Ceres, Rialma, Santa Isabel, Rianápolis, Itapuranga, Rubiataba, Carmo do Rio Verde e Uruana e é o primeiro no Brasil a oferecer terapias holísticas além do cuidado em enfermagem e outras especialidades de saúde como Psicologia e Fisioterapia.
Em apenas três anos, o Rissatti Futebol Clube deixou sua marca, mostrou competitividade, seriedade e respeito ao esporte, valores que permanecerão vivos na memória de todos que fizeram parte dessa história e encerra as atividades com gratidão, orgulho do que foi construído e a certeza de que o seu legado seguirá inspirando todos que acreditam no futebol como ferramenta de união, disciplina e sonhos.
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A Redação ressalta a dificuldade em se fazer esportes no interior, em especial o futebol que é o objeto desta matéria. A falta de apoio estrutural de entidades que deveriam defender as práticas esportivas, por vezes são empecilhos no caminho que dificultam o cumprimento da jornada e nem sempre se tratam de questões financeiras, mas sim questões logísticas e por vezes físicas, como por exemplo a ausência, falta de qualidade ou dificuldade de acesso a gramados, que é o básico para uma equipe existir e esta falta de interesse vai minando até matar o futebol amador.
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