Antes de tomar posse, o presidente norte americano Donald Trump afirmou que o Governo dos Estados Unidos estavam escondendo algo de seu povo e que deveriam informar o que estava acontecendo nos céus do país. Depois, apenas 8 dias após ser empossado mandou Karoline Leavitt, porta voz da Casa Branca, informar em coletiva de imprensa que os milhares de casos registrados eram voos autorizados pela Administração Federal de Aviação, FAA, na sigla em inglês. A devolutiva não agradou a população, gerando a sensação de ser mais uma desculpa do que uma explicação.
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Enquanto isso aparições continuam, sem a mesma intensidade e constância de outrora e também sem cobertura da grande mídia, mas com registros tão impactante quanto antes levando inclusive a criação de um grupo de estudos. Foram identificados luzes que se moviam sem uma forma definida, como nos fenômenos de plasmóides e por isso foram chamadas de plasmóvnis.
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Especialistas no assunto elaboraram um mapa dos avistamentos em uma pesquisa cientifica que foi publicada pela revista Scientific Reports, atestando a veracidade de quase 100 mil casos, apenas entre 2021 e 2022 só em território americano, seja por via aérea, terrestre ou marítima, principalmente no lado oeste do país.
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