
Onde termina a liberdade de expressão e começa a interpretação seletiva? Em Presidente Prudente, uma faixa com apenas a palavra “LADRÃO” foi suficiente para acionar o aparato estatal. A pergunta que fica para o Direito e para a Comunicação é: se não há nome na faixa, quem foi que vestiu a carapuça? Quando o Estado preenche as lacunas de uma crítica genérica, ele acaba por personificar o próprio adjetivo.
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