Lionel Messi que festejou 39 anos em plena Copa do Mundo, está em seu provável último Mundial. Se isolou na artilharia da Copa com 8 gols até aqui (o dobro de Vini Jr.) e como se não bastasse é agora o maior artilheiro da história da Copas com 21 gols marcados, superando Ronaldo Nazário, mais conhecido como Fenômeno, que somou 15 gols. Pelé, o rei do futebol tem 12.
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Melhor do mundo por 8 vezes e o melhor da Copa passada ele pode ser considerado o príncipe do futebol, já que seu potencial continua impecável e genial, com números incontestáveis apesar da idade de aposentado. Andam dizendo até que Lionel fez pacto com Satanás. Será que essa é a religião de Messi? Que nada, ele é digno de ter sua própria denominação religiosa futebolística, o Messianismo.
Uma vez que seu Pai de Futebol, Diego Maradona tem sua própria religião, a Igreja Maradoniana, que desde 1998 vem conquistando devotos pelo mundo todo, com rituais de batismo e tudo mais, já tendo número considerável de fiéis na Espanha, México e claro em sua terra natal onde é chamado de D10S, em referência a palavra Dios (deus em espanhol) associado ao número de sua tradicional camiseta em tempos de jogador, 10.
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Em um de seus milagres, a seleção de los hermanos estava perdendo a vaga na Quartas de Final para o Egito em uma derrota incrível de 2 a 0, quando virou a partida, dando sinais de que cresce em meio a crise (pena que não é assim na economia), mas não é invencível segundo o treinador da próxima equipe que irá enfrentar, a Suíça que eliminou a irmã sul-americana, Colômbia.
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Segundo a última vítima, a seleção egípcia, a Argentina foi favorecida na partida que custou-lhes a eliminação na histórica virada e já formalizou uma denúncia robusta contra a arbitragem do jogo, junto a FIFA, alimentando ainda mais as teorias conspiratórias que já estão fertilizadas na internet e nas rodas de bar de que há um interesse do órgão máximo do futebol em ajudar a albi-celeste na repetição da final de 22.
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Conforme as projeções da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV EMAp), a única americana que resta tem apenas 13,62% de chance de levar o troféu pela segunda vez seguida. A Espanha tem 18,74 e a França tem 15,53. O Marrocos e a Suíça, próximas vítimas dos esperados finalistas, estão na casa dos 5% de probabilidade de erguer a taça mais cobiçada do planeta bola.
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Mas tem um detalhe muito importante, a chamada pelos supersticiosos de “Maldição do Ranking”. O fato curioso é que nenhuma seleção que iniciou a Copa do Mundo na primeira colocação da lista conseguiu conquistar o título. Em 1994 o Brasil conquistou o tetra iniciando o torneio na 3ª posição com a Alemanha no topo e o penta vindo da 2ª posição em 2002, com a França em 1º. Confira a lista:
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1998: A França foi campeã mundial começando na 18ª colocação. O Brasil liderava o ranking.
2006: A Itália ergueu a taça após começar a competição na 13ª posição. O Brasil era o líder, mais uma vez.
2010 e 2014: A Espanha iniciou o torneio em 2º e a Alemanha em 2º lugar, respectivamente.
2018: A França sagrou-se bicampeã vindo da 7ª colocação.
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Em 2022 a Argentina quebrou a sua espera histórica e levantou a taça iniciando o mundial na 3ª posição e em 2026 iniciou o campeonato em primeiro, acendendo o sinal de alerta desse histórico padrão de repetição futebolístico. Cabe ainda trazer as claras, sem referência a lógica colonial da Copa, que a França com seu bom futebol superou nossos arquirrivais ao longo do certame. Bom, se nossos vizinhos não forem campeões, melhor pro Brasil, que agora vive de derrotas, suas e dos outros. Secadores ligados. Já foi Brasa!
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Kássio Kran é psicólogo, conselheiro do CRP/GO, palestrante e terapeuta,
fundador do Instituto Ubuntu e da Fundação Henrique Gabriel dos Santos.
Atualmente é CEO do PASH – Plano Assistencial em Saúde Holística
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